Algumas de nossas propostas

1) A defesa da Educação Superior Pública e dos direitos de todos/as docentes, das diferentes carreiras e dos setores que compõem a base da categoria: EBTT e Magistério Superior, Instituições de ensino superior, básico, técnico e tecnológico, estaduais, municipais e federais;

  • Defesa das condições de trabalho
  • Valorização salarial
  • Carreira docente estruturada
  • Defesa da Ciência e Tecnologia Públicas
  • Ampliar, entre os (as) docentes, o debate geral sobre a questão da pesquisa, da pós-graduação e das políticas produtivistas e seu impacto sobre o trabalho docente
  • A defesa dos direitos de todos/as trabalhadores/as e da juventude, com quem devemos lutar de forma articulada
  • Fortalecer os fóruns de servidores públicos como forma organizativa, em âmbitos nacional e locais
  • Fortalecer a construção do III ENE
  • Fortalecer a democracia interna e ampliar a participação de outros sindicatos e movimentos sociais na CSP-CONLUTAS, intensificando a participação do ANDES-SN, via Seções Sindicais, no interior da Central de forma crítica e qualificada.
  • Fortalecer o Setor das IFES
  1. Fortalecimento da Frente Nacional em Defesa da Educação Superior Pública
  2. Campanha de mídia de defesa das IFES
  3. Lutar pela reestruturação da Carreira do setor das IFES
  4. Reenquadrar os professores já aposentados conforme a distância que os separava do topo da carreira no momento das suas aposentadorias
  5. Fortalecer os espaços das reuniões conjuntas do Setor das IFES/IEES/IMES
  • Fortalecer o Setor das IEES/IMES
  1. Campanha Nacional de defesa das IEES/IMES, com a participação de todas as seções sindicais, compreendendo que os ataques que essas IES sofrem dizem respeito não apenas aos trabalhadores dessas instituições, mas ao conjunto da categoria;
  2. Intensificar a luta contra os fundos de previdência nos estados e municípios;
  3. Apoiar as IEES/IMES nas construções de espaços de luta regionais e das categorias de servidores estaduais;

 

2) Combater o assédio sexual, o assédio moral e as opressões nas Instituições de Ensino Superior – IES, no ensino superior e na educação básica;

  1. Tornar a campanha de combate ao assédio sexual permanente;
  2. Lutar pela defesa dos direitos das pessoas com deficiência e contra o capacitismo;
  3. Estimular, por meio das Seções Sindicais, a formação de Observatórios e Bancos de dados sobre assédio moral e sexual, violência de gênero nas IES, nos CEFET e nos Colégios de Aplicação;
  4. Articular, po meio das Seções Sindicais, com o Movimento Estudantil e de Técnicos Administrativos em Educação a criação de rede de apoio para as vítimas de violência e pautar junto aos Conselhos das IES

 

3) Fortalecer a luta pela memória, verdade, justiça e reparação.

 

Reafirmamos:

  •  Defesa da educação pública, gratuita, de qualidade, laica, socialmente referenciada e valorização do trabalho docente
  • Financiamento – defesa de verbas públicas exclusivamente para as instituições públicas de ensino e pesquisa
  • Democracia interna no sindicato com a valorização de suas instâncias deliberativas a partir da valorização das bases
  • Defesa intransigente da frágil democracia conquistada pelos/as trabalhadores/as na perspectiva de ampliação e conquista de uma real democracia
  • Defesa da autonomia universitária
  • A luta pela revogação das contrarreformas da previdência de 1996, 2003 e 2012; do FUNPRESP; da EBSERH; da reforma do Ensino Médio; da EC/95; da reforma trabalhista; da terceirização irrestrita.

 

Ousar lutar, ousar vencer!
Nenhum direito a menos!

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